quarta-feira, 9 de março de 2011

Era uma vez duas jornalistas...

Em uma ideia de compartilharmos o que existe dentro de nós, vários assuntos passaram pela nossa mente. Duas pessoas diferentes, unidas pelo mesmo propósito: criar um blog! Gerar conceitos! Bom, dizem que duas cabeças pensam melhor que uma; disso somos provas reais. Cada item a ser acrescentado, é aperfeiçoado em comum acordo.
Em relação aos temas, talvez o ponto forte do blog seja amores mal resolvidos, quem não tem? Vontades loucas. Temos várias! Talvez você leia aqui sobre a incoerência e instabilidade do mundo. Quem sabe discutiremos sobre as variantes da vida, sobre a teoria da relatividade ou quem sabe abordaremos onde estava a cabeça de Mario Quintana quando escreveu: “E um dia, os homens descobrirão que estes discos voadores estavam apenas observando a vida dos insetos!” Complexo!
Falando por mim, talvez isto seja mais um diário de uma ‘adolescente’ já grandinha, de uma jornalista revoltada com a vida sem nenhum motivo real. Talvez seja uma página de desabafo e “coisinhas que gosto e não gosto” (como se tivesse idade pra isso).
Talvez estamos simplesmente treinando a escrita com textos sem nexos, mas eloqüentes, talvez. Talvez, mas só talvez! Talvez escrevendo, escrevendo e escrevendo (quanto gerúndio!) nós iremos descobrir do que realmente gostamos. Talvez isto sirva pra alguma coisa num futuro, próximo! Ou quem sabe num futuro distante! Ou quem sabe! Quem sabe? Só Deus sabe! Talvez seja uma simples forma de entrar para o mundo virtual! Talvez seja coisa ‘da moda’. Talvez, mas só talvez!
Talvez o “Tédio” da vidinha pacata do interior tenha atingindo o nosso auge e queremos de alguma forma nos libertar desse mundinho singelo e sem grandes acontecimentos. Talvez eu tenha transformado a música “Janaina”, que conheço na voz do Biquíni Cavadão, na minha canção tentando entender os talvez's da vida:
“Amanda acorda todo dia às sete da manhã e já na hora de ir pra cama, Amanda pensa que o dia não passou, que nada aconteceu. Amanda é passageira! Passa as horas do seu dia em ônibus lotados, filas de supermercados, bancos e repartições, que repartem sua vida...
Mas ela diz, que apesar de tudo ela tem sonhos, mas ela diz, que um dia a gente há de ser feliz. Ela diz, que apesar de tudo ela tem sonhos. Ela diz, que um dia a gente há de ser feliz, se Deus quiser!

Amanda é beleza de gestos, abraços, mãos, dedos, anéis e lábios. Dentes e sorriso solto que escapam do seu rosto! Amanda é só lembrança de amores guardados, hoje é apenas mais uma pessoa que tem medo do futuro,  que aconteceu? Se alimenta do passado...

(...) Já não imagina, quantos anos tem, já na iminência de outro aniversário Amanda acorda todo dia às sete, já na hora de ir pra cama, Amanda pensa que o dia não passou, que nada aconteceu...”

Mas isso tudo é só um talvez, do que talvez possa ser alguma coisa... só um talvez!

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