Estava eu sentada na frente do computador...pensando, pensando, pensando...sobre o que escrever...Nada, nadika...nenhuma misera ideia...nenhuma luz no fim do túnel. Aff como pode! Bateu um vento e levou minhas ideias. A criatividade então, não apareceu nem nos sonhos desta noite. Oro para que ela volte!!!
Ideia quando desaparece, é igual sono quando decidir vagar pelas noites. Os minutos passam, as horas voam e o sono não vem. Você relembra fatos que poderiam ter sido diferentes, respostas que não deu e o sono se espanta ainda mais! A ansiedade por dormir logo começa a atacar e o desespero do relógio despertar antes do sono chegar é angustiante. Não adianta ficar deitado na cama que ele não aparece. Com as ideias, a situação é a mesma coisa! Não adianta estalar os dedos, nem bater a cabeça na mesa. Levantar, girar em torno da cadeira e sentar de novo, também não vale nada!
O negócio é navegar pelo mundo virtual, espairecer a cabeça, desligar por um momento do dever e vagar...vagar...vagar até que se encontre algo que lhe inspire. E eu achei! Olha só:
“O jornalista olha para a tela em branco. A tela em branco parece rir do jornalista.
E nada.
A mente busca idéias novas, as palavras certas.
Os dedos dançam sobre as teclas, mas não as tocam. A respiração acelera. Os lábios se contorcem.
E nada.
Dizem que o branco é a cor da clareza de pensamentos. Balela. A tela em branco dá ainda mais branco. Luz que não traz nenhuma luz.
Dizem que o branco é a cor da paz, da liberdade. Bobagem. A tela em branco oprime, intimida, provoca: “E aí, mané, vai ficar parado com essa cara de cu?”.
Dizem que o branco é a cor da pureza. Tolice. A tela em branco é virgem sacana. Quer um texto bem-dotado.
O jornalista rói as unhas, bufa, se remexe na cadeira.
E nada.
As palavras insistem em deixar o jornalista na mão. Devem estar em greve, reivindicando textos mais criativos.”
Bom, com certeza descobri que as minhas palavras estão em greve. Pelo menos, num momento de vagação útil achei um texto interessante! “Créditos totais ao blog “Desilusões Perdidas” – Duda Rangel”

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