Claro que toda a viagem pede um dia de sossego, sem passeios
pré-definidos e horários corridos. Começamos nosso terceiro dia caminhando pela
praia de Porto de Galinhas...
Às 9 da manhã o sol estava tão alto que a sensação é que já
estávamos ao meio dia. Entretanto, a brisa do mar não deixava sentir que
queimávamos. Era o terceiro dia de viagem e por causa do protetor solar não
tinha uma marquinha. Decidi então que sairia sem!! Passei só no rosto para prevenir
manchas e pé na areia. Andamos, andamos, andamos, relaxamos, tomei uma hora de
sol e você já pode imaginar o resultado, não é?! Quase precisei dormir sentada
já que não podia encostar em nada!! Mas não me arrependo! Rsrsr.
Tiramos o dia para ficar sentadas olhando para o horizonte e, claro, comendo...
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| Pensa em um peixe bom!! Filé de Pescado com macaxeira e fritas!! |
Nesse mesmo dia fiz mergulho, não me recordo o nome da
empresa, só lembro que o instrutor era do Uruguai – ou da Argentina. Senti
vontade de desistir, pois senti dificuldade em respirar com o tubo, mas no
final, mesmo não ficando muito tempo embaixo d'agua compensou. Imagina um lugar
silencioso – um pouco gelado – porém calmo, com peixinhos nadando ao seu redor
... ai aiii...
Após um dia de descanso, o penúltimo dia de viagem
deixamos para andar de buggy e conhecer as praias ao redor. A primeira que
conhecemos foi Muro Alto, de longe, a minha favorita. Pertence a uma reserva de
Mata Atlântica, é rodeada por coqueiros, suas águas são quentes e calmas. Uma
pena que em sua volta estão enchendo de luxuosos hotéis e resorts. Logo,
infelizmente, já não haverá tantas belezas naturais. Não fomos até as piscinas
naturais, mas compensou o descanso pós caminhada.
| Muro Alto, vista da parte mais alta |
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| Águas claríssimas! |
Na sequência, o destino foi a Praia de Cupe. Tem alguns
lugares onde se formam as piscinas naturais, mas o mar segue mais revolto, com
boas ondas para os surfistas. Perto dos quiosques há um movimento maior, mas ao
longo da praia ela é bem deserta.
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| Praia do Cupe |
Pé na estrada de novo, a parada foi em Porto de Galinhas e
decidimos ir de jangada até as piscinas naturais. Minha mãe ficou encantada por
estar no meio do mar com água cobrindo apenas os pés!
| Vila de Porto de Galinhas no fundo |
| "Mapa do Brasil" localizado no meio das piscinas naturais em Porto |
| Ouriço! Dizem que o problema maior em pisar nele são os espinhos que as pessoas não retiram direito e por isso eles inflamam |
| Em piscinas maiores, os turistas podem entrar e nadar com os peixes |
A próxima visita foi em Maracaípe! As águas claras são super
agitadas, ótimas para os surfistas e não muito indicadas para os banhistas, tem
ao seu redor, muita beleza natural e coqueiros.
| Chegando em Maracaípe |
A última parada é no Pontal de Maracaípe. Conhecido também como uma espécie de mangue, onde você pega uma embarcação e vai conhecer os cavalos
marinhos. Não fiz esse passeio, mas o valor sai R$ 10 por pessoa.
O passeio de buggy começou às 8:30 e terminou por volta das 16:30, passamos o dia com o Edii Turismo, um bugueiro super gente boa que nos falou muito a respeito das praias que passamos, os trajetos que fazíamos etc etc etc.
Infelizmente tudo o que é bom dura pouco, nossas férias acabaram, mas no último dia aproveitei para conhecer uma feira, em Ipojuca, (minha mãe encasquetou que queria comprar um queijo coalho - verdadeiro - e só vendia nessas feirinhas de ruas). Mas a feira é bem simples, com peixes frescos, expostos sem refrigeração e ainda sem retirar as cabeças (coisas que não vemos com tanta frequência por aqui), frutas e legumes com aparências bem melhores que da nossa região. Tudo bem simples mesmo, mas lotada de pessoas fazendo compras.
Média de valores...
Os valores dos táxis são tabelados e na época custavam R$15 do centro até as pousadas da redondezas. As vans e as kombis (os coletivos) saíram por R$ 2,50 e rodavam até os vilarejos mais distantes como Nossa Senhora do Ó e Ipojuca.
Em uma das noites comemos isca de filé de pescado amarelo com macaxeira frita. Delícia! Gastamos cerca de R$ 80.
Outra vez jantamos num lugar bem cheio, com comida para duas pessoas por R$ 35, entretanto eu gostaria de lembrar o nome para não indicar! Funcionários desatentos e uma moça que parecia a dona gritando com eles no meio dos clientes. Deselegante!
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| A quantidade de comida é grande, entretanto o sabor não é muito bom |
Normalmente, em todas as viagens, acho que a gente acaba gastamos mais é com a parte da alimentação. Mas já que você se programa para fazer algo diferente, é justo comer bem. Algo que não comi muito foram comidas mais diferentes, as típicas. A maioria dos pratos eram grandes e o certo seria dividir, mas a minha mãe queria ficar nos básicos mesmo.
No último dia almoçamos no restaurante próximo a pousada, Pôr do Sol. Ele fica próximo a Cantinho do Porto e os donos são de Goiânia. Escolhemos um arroz com brócolis acompanhado de peixe grelhado e batata fritas! Simplesmente delicioso e muito bem temperado.
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| Almoço no restaurante Pôr do Sol (prato infantil, no valor de R$ 29,90) |











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