A vida adulta não é fácil para a maioria das pessoas. Escassez de emprego, não se ganha o suficiente, não se tem reconhecimento, ou ainda, não há paixão pelo que faz... Quando crianças, imaginamos mil coisas e temos a crença irrefutável de que mudaremos o mundo! – “Ah, quando eu crescer, vou poder fazer tudo aquilo que eu quiser e que meus pais não deixam”. Quem nunca quis ser adulto na infância? E eis que surge aquele cisquinho no olho, tão pequeno, mas que incomoda tanto: a frustração!
Descobre-se que o ‘mundo adulto’ não é tão fácil e divertido como levamos a maior parte da vida acreditando...É preciso abrir mão, fazer concessões, ter responsabilidades, amadurecer aquele lado infantil que teima em sobressair nos momentos mais inoportunos, aprender a lidar com os outros, e o mais complicado, saber lidar consigo mesmo...
Chega a hora de conhecer a única pessoa que pode te ajudar nessa empreitada: você mesmo! O autoconhecimento é primordial para lidar com as adversidades, e até mesmo, para aproveitar melhor os bons momentos que a vida oferta. Ninguém melhor do que nós mesmos para nos ensinar como viver uma vida que realmente vale à pena. Já que “a maioria das pessoas não vive, apenas existe” (Oscar Wilde).
Muitos nascem, crescem e morrem. Nesse ínterim, estudam, se formam, trabalham, casam, têm filhos, netos, pagam seus impostos, fazem compras, limpam a casa, cozinham, saem para se divertir, professam uma fé ou ideologia, torcem por seus times de coração, celebram o “ano novo”, brincam o carnaval, vão a festas, viajam, e tantas outras coisas que passam a falsa sensação de ‘estar vivendo’, no entanto, estão apenas existindo, ou no máximo sobrevivendo.
Viver de fato, é diferente! Para viver é essencial ter paixão, àquela que faz a vida ter sentido, paixão pelas pessoas, pelos animais, pela natureza, àquela que encanta o coração daqueles que te rodeiam! Paixão pelo trabalho, pelos momentos de descanso! Paixão nas descobertas, como as crianças têm! O nosso problema é que "nossas pernas crescem e os sonhos encurtam"!
Nenhum comentário:
Postar um comentário
E ai, gostou do que leu? Então, conte pra nós!