quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sete de abril, esse é o nosso dia!

Como sabemos, a comunicação sempre esteve presente desde que o mundo é mundo. O homem sempre teve a necessidade de se comunicar e foi a fala, uma das ligações do desenvolvimento humano. Após desenvolvê-la, o homem inventou as primeiras tentativas de armazenar informação, as chamadas pinturas rupestres. Ao adicionar significados aos desenhos, o homem ‘criou’ a escrita. Associando sons aos significados originou a fonética.  Resultado de toda essa mistura: a Comunicação.

Daí então, a comunicação foi aprimorada e vem sendo usada para vários fins, um deles é o jornalismo, atividade que visa formar e informar cidadãos. A profissão lida com notícias, dados factuais e divulgação de informações. E aqui entra o bom e velho jornalista.

Responsável por apurar, redigir, editar e publicar a notícia, o jornalista carrega consigo a voz do povo, desde os mais necessitados até as pessoas do alto escalão. O jornalista é responsável pela interpretação da realidade. É ele que deve passar de maneira clara, simples e objetiva as reais intenções, comportamentos e valores de determinados assuntos.

Infelizmente nossa classe foi bombardeada pela “desvalorização” dos profissionais. Sim, a desregularização da profissão, em 2009, deu o que falar e abriu concessão para que várias pessoas (muitas vezes desqualificadas) exercessem tal cargo. Graças a Deus, o bom senso de alguns responsáveis da Comunicação não permitiu que a peteca caísse e conservou grande parte dos profissionais ‘exigindo’ que eles tenham em seu currículo uma formação acadêmica. Em uma profissão em que o ‘empregado’ deve ser tão apaixonado pelo o que faz e a dedicação deve ser tão intensa, podemos ver quem realmente sabe o que faz.

Lutamos há anos pela ‘democracia’. Pela liberdade de imprensa! Apesar de não regulamentados ainda temos o nosso dia (parabéns pra nós! rsrsr) e a consciência de que a arte de ser jornalista não é fácil como ‘parece’ e nem com anos e anos de estrada é possível aprender tudo. Mas como bons jornalistas, sabemos o 'básico' e somos cientes que o verdadeiro profissional:

"Não fala - informa
Não passeia - viaja a trabalho
Não conversa - entrevista
Não faz lanche - almoça em horário incomum
Não é chato - é crítico
Não tem olheiras - tem marcas de guerra
Não se confunde - perde a pauta
Não esquece de assinar - é anônimo
Não se acha - ele já é reconhecido
Não influência - forma opinião
Não conta história - reconstrói
Não omite fatos - edita-os
Não pensa em trabalho - vive o trabalho
Não vai a festas - faz cobertura
Não acha - tem opinião
Não fofoca - repassa informação
Não para - pausa
Não mente - equivoca-se
Não chora - se emociona
Não some - trabalha em off
Não lê - busca informação
Não traz novidade - dá furo de reportagem
Não tem problema - tem situação
Não tem muitos amigos - tem muitos contatos
Não briga - debate
Não usa carro - mas sim veículo
Não é esquecido - é eternizado pela crítica
Jornalista não morre – apenas coloca um ponto final."
Autor Desconhecido
Feliz dia do Jornalista!

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