quarta-feira, 13 de abril de 2011

Saudade de um amor


Saudade de quem mexeu, ou ainda, mexe com os meus sentimentos!
Saudade do cheiro, da pele, do toque, do abraço apertado, do sorriso. Ah o jeito de falar sorrindo, esse take não sai da memória...
Saudade das palavras não ditas, que os olhos teimavam em disfarçar.
Saudade da alegria estampada no rosto quando ele estava ao lado.
Saudade daquele que me faz sentir a vida de uma maneira incompreensível.
Saudade dele, que me faz descobrir o sentido imensurável do mundo, com outros olhos, outros tons, outros sons, outros sabores...
Saudade do aconchego, do carinho, do cafuné, que nenhuma outra pessoa no mundo é capaz de fazer igual...
Saudade das tentativas em decifrar as emoções...do encantamento, da conquista...
Saudade do amor sem pudor... amor inocente, sem vergonha... amor sem conceitos, sem defeitos...
Saudade até do que não era tão ‘fofo’...o ronco, as implicâncias, as ‘discussões’ bobas, os ciúmes desnecessários...
Saudade do beijo doce no encontro, até mesmo do salgado da lágrima na despedida!
Enfim, saudades de momentos que nem sempre são valorizados tanto quanto deveriam, instantes àqueles que dinheiro nenhum do mundo paga...que força alguma faz esquecer!

‘Saudade’, essa palavrinha que traz intrínseca muitos sentimentos, de significados complexos...palavra que supostamente só existe na Língua Portuguesa...

Como disse o poeta chileno Pablo Neruda:

“E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver”

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